Leia diariamente as mensagens aqui expostas, além de notícias em geral.
Mostrando postagens com marcador cristãos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador cristãos. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 14 de maio de 2010

Empregador manda prender ilegalmente funcionários cristãos

PAQUISTÃO (14º) - A polícia prendeu ilegalmente três cristãos sob acusações falsas de posse de bebida alcoólica em Sialkost na semana passada, a pedido do empregador muçulmano.

Os homens – trabalhadores da fábrica de roupas - , Atif Masih, Kamran Masih e Naveed Gill, disseram que eles discordaram de seu chefe, que pediu para que eles trabalhassem aos domingos. Então, o dono da fábrica, Rana Ejaz, os acusou de vender bebida alcoólica, o que é proibido para muçulmanos no Paquistão, e de venda ilegal se não tiver a permissão.

No dia 4 de maio, o delegado de Paka Garah, em Sialkot, prendeu os três cristãos apesar de Ejaz não ter prestado queixa por escrito ou registrado um boletim de ocorrência.

“Nós chegamos para trabalhar às 9h, e por volta das 11h, fomos presos pelo delegado. Fomos agredidos severamente, e ordenaram que escrevêssemos um depoimento assumindo que estávamos vendendo bebidas”, disse Atif Masih.

As autoridades libertaram os cristãos depois de três dias, quando os grupos locais de direitos humanos disseram que eles tinham sido presos ilegalmente.

A polícia de Paka Garah de recusou a comentar a libertação dos cristãos. Anteriormente, ele havia dito: “Prendemos os três da fábrica, e eles confessaram que vendem bebida alcoólica”. Os pais dos acusados negaram as alegações, garantindo que os jovens foram acusados falsamente.

Kamran Masih disse que Ejaz parecia não apreciar os crucifixos que os cristãos usavam, desde que entraram na fábrica.

Em março, Ejaz começou a exigir que apenas os empregados cristãos fossem trabalhar aos domingos. “Ninguém falou nada. Só nós três decidimos pedir permissão para ir à igreja aos domingos, mas ele nos ameaçou”.



Fonte: Compass Direct


quinta-feira, 29 de abril de 2010

Líderes pedem que Hillary Clinton trabalhe para proteger cristãos iraquianos

IRAQUE (17º) - Líderes de várias denominações pediram para que a Secretária de Estado dos Estados Unidos, Hillary Clinton, trabalhe com as autoridades iraquianas para proteger os cristãos perseguidos.

O Conselho Nacional de Igrejas e seus parceiros em todo o mundo enviaram, nesta segunda-feira, uma carta para Hillary Clinton e para o Secretário de Defesa Robert M. Gates, para demonstrar a preocupação sobre “a situação recorrente de ataques violentos contra os grupos minoritários no Iraque”.

quarta-feira, 28 de abril de 2010

Cristãos são agredidos por fanáticos hindus

ÍNDIA (26º) - Fanáticos hindus atacaram quatro cristãos, incluindo um policial, em Bhilai, Chhatisgarh. De acordo com fontes, o grupo de cristãos da Brethren Assembly estava distribuindo materiais cristãos em uma rua de Bhilai quando jovens hindus os atacaram. Os cristãos ficaram feridos com cortes e machucados em todo o corpo.

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Oficiais do governo prendem sete cristãos

ERITREIA (11º) - A agência de notícias International Christian Concern (ICC) foi informada de que, no dia 18 de fevereiro, os oficiais de segurança da Eritreia prenderam sete cristãos por orarem em uma residência na capital Asmara.



Nagassi, Dawit, Nahum, Ghebreab, Alem, Eden e Rigbe estavam reunidos para orar em uma casa particular próxima à Rua Babilônia quando os oficiais os cercaram e os levaram a um local desconhecido.

segunda-feira, 22 de junho de 2009

Cristãos de vilarejo são presos sem explicações


LAOS (8º) - A polícia no Laos prendeu 13 cristãos no dia 12 de junho de 2009.

Os cristãos estavam trabalhando em um vilarejo quando foram interrogados pela polícia. Os oficiais não deram nenhuma explicação pela prisão, ou pela detenção constante de cristãos na delegacia da região.

O governo laosiano aplica restrições pesadas para a maioria dos grupos religiosos, enquanto promovem o budismo e organizações budistas. Neste ano, o país ocupa a 8ª posição na Classificação de países por perseguição, sendo um dos lugares onde ser cristão envolve muitos riscos. As autoridades prenderam, assassinaram e negaram comida aos cristãos e famílias, para pressioná-los a negar a fé.

De acordo com a CIA, 67% da população laosiana é budista. Somente 1,5% é cristã.

Ore para que Deus proteja os cristãos no país e lhes dê ousadia para pregar o evangelho.

Tradução: Portas Abertas

quarta-feira, 27 de maio de 2009

Muçulmanos expulsam cristãos de lugar de culto

ZANZIBAR (31º) - O culto de domingo em uma igreja não-registrada perto da cidade de Zanzibar, em uma ilha da Tanzânia, não aconteceu pela terceira semana consecutiva depois que muçulmanos extremistas expulsaram os cristãos de sua propriedade alugada.

Radicais expulsaram os membros da Igreja Pentecostal Zanzibar (Kanisa La Pentecoste Zanzibar) de um culto em uma casa alugada em Ungunja Ukuu. As restrições á compra de terrenos para Igrejas diminuiu as tentativas da congregação de encontrar um novo lugar de culto.

Furiosos com um recente crescimento da evangelização na área, os muçulmanos fizeram diversas ameaças aos cristãos, dizendo para que interrompessem suas atividades. A igreja havia realizado uma campanha de evangelismo de porta em porta, encerrada com uma celebração de Páscoa.

“Radicais muçulmanos contaram sobre a campanha para Mgomba, o líder do vilarejo, que, por sua vez, ordenou que ninguém realizasse atividades cristãs em sua jurisdição”, disse Obeid Fabian Hofi, bispo da igreja.

Na manhã do ataque, mais de 20 membros da igreja estavam reunidos quando souberam que os muçulmanos iriam atacá-los. Quando o grupo se aproximou, todos fugiram para salvar suas vidas.

“O grupo gritava, dizendo: ‘Não queremos a igreja aqui – eles devem ir embora e nunca mais voltar!’”, disse um cristão que pediu anonimato.

Um muçulmano alugou sua casa para um membro da igreja, Leah Shabani, que depois decidiu fazer dali um lugar para reuniões. A igreja, que existe há sete anos, tinha mais de 30 membros no início desse ano. Sem lugar para cultuar, muitos cristãos viajam até a cidade de Zanzibar.

Quando a Igreja relatou o ataque para o chefe da área, Jecha Ali, ele disse que não poderia ajudá-los.

“Essa propriedade não é minha – se o dono se recusa a deixar vocês cultuarem lá, então eu não posso fazer nada”, disse Ali.

“Até agora, a polícia não fez nada. Estou muito preocupado com a situação espiritual do meu rebanho, já que meus apelos não são atendidos. Ninguém está preparado para ouvir nossas reclamações. Estamos lutando e perdendo, pois somos governados por muçulmanos”, diz Hofi.

“Agora a igreja está arrecadando dinheiro para que os membros logo tenham um lugar para se reunir. Estamos confiando na providência de Deus.”

Saiba mais sobre a perseguição em Zanzibar acessando a página “Perfil de países”.

Tradução: Deborah Stafussi
Fonte: Compass Direct

quarta-feira, 15 de abril de 2009

Cristãos temem sequestros e homicídios por radicais muçulmanos


FILIPINAS (*) - Meses depois do sequestro de três membros da Cruz Vermelha por militantes muçulmanos, os cristãos da paróquia de Jolo, no sul das Filipinas, ainda temem as ameaças de homicídios, sequestros e outros atentados violentos, conta um bispo local. Pelo menos três bombas explodiram mês passado em Jolo. A primeira delas matou muitas pessoas. A segunda danificou o telhado da quadra de esportes da escola Marist-run Notre Dame Boys School, enquanto a terceira explodiu bem próximo à base marítima Marines Third Brigade, localizada nas proximidades da residência dos bispos, relata a organização Aid to the Church in Need (ACN).

Em 15 de janeiro de 2009, militantes do grupo Abu Sayya raptaram dois membros europeus e um filipino da Cruz Vermelha, enquanto esses visitavam um projeto de saneamento de água em uma prisão. Os sequestradores ameaçaram degolar um dos cativos até o dia 30 de março, mas a intenção parece não ter sido cumprida.

Os sequestros vem sendo perpetuados como forma de extorsão de dinheiro.

Ao comentar esses casos, Regina Lynch, chefe do Departamento de Projetos da ACN, declarou ser “lamentável” que a mídia raramente mostre os casos de raptos de nativos.

“Nós da ACN pedimos que pessoas em todo o mundo não se esqueçam dos cristãos perseguidos em Jolo!” , ela clamava.

Em 15 de janeiro de 2008, na região da ilha de Tabawan, em Jolo, o padre filipino Pe. Reynaldo Jesus Roda foi morto a tiros por muçulmanos armados, tornando-se o terceiro padre a ser assassinado nessa região há 11 anos.

O bispo Angelito Lampon, clérigo de Jolo, comentou a situação com a ACN.

Ele afirma que apesar da paz aparente trazida por unidades da marinha estacionadas na região, padres que no passado recusavam a proteção de uma escolta, agora são obrigados a aceitá-la “por força das circunstâncias, uma vez que não existe uma outra escolha”.

O bispo Lampon ressaltou que nenhum muçulmano sequer tenha sido sequestrado.

As atividades da igreja tiveram de ser interrompidas, porque os cristãos, com medo, precisam retornar para suas casas antes do anoitecer. Isto tem afetado as reuniões pastorais e litúrgicas, os casamentos e funerais, e as atividades diárias.

O perigo fez com que os cristãos da região se voltassem para a sua fé, disse o bispo: “Somos obrigados a levar a nossa fé a sério. Não importa o que vier a acontecer, Deus é por nós. Nossa fé não é mais uma simples visita às missas de domingo, nem está limitada à reuniões de oração, das quais participamos por causa das nossas necessidades. Ao contrário, a nossa fé é um verdadeiro encontro com Deus vivido nos afazeres do dia-a-dia”.

Ele declarou que atividades pacificadoras foram realizadas, incluindo ações conjuntas de cristãos e muçulmanos.

Apesar das “excelentes” relações entre as autoridades locais e a igreja, há uma forte resistência dos “pequenos grupos de fundamentalistas islâmicos”.

De acordo com a ACN, o diálogo entre cristãos e muçulmanos é dificultado uma vez que cada mesquita é independente. Apesar da existência de organizações como a Uluma League for the Philipines, os muçulmanos não possuem representantes legais como a hierarquia católica.

O bispo Lampon salienta a necessidade de uma rápida resolução acerca do conflito, utilizando-se de medidas que vão ao encontro das causas sociais da hostilidade: a estrutura de relacionamentos da região, seus valores culturais e religiosos, e suas atitudes intelectuais.

Tradução: Fabiane Fagundes Schütz

sexta-feira, 6 de março de 2009

Cristão vence causa na justiça e recebe novo documento de identidade


MALÁSIA (*) - Mohammad Shah, que tentava alterar seu nome muçulmano e receber um novo documento de identidade, ganhou a causa na justiça. Ele apresentou seu caso ao tribunal Sharia, no estado de Negeri Sambilan, depois que o departamento nacional de registros se recusou a aceitar que ele era um cristão e a fornecer um novo documento de identidade.

O advogado Hanif Hassan disse que seu cliente de 61 anos foi criado pela mãe como cristão, mas seu nome muçulmano foi escolhido por seu pai, que abandonou a família quando ele tinha apenas dois meses de idade. Gilbert Freeman, nome de cristão escolhido por Mohammad Shah, é casado e cria seus filhos no cristianismo.

“O tribunal Sharia declarou que ele não é muçulmano. Ele não pratica o islamismo e não estudou para ser muçulmano”, diz Hanif.

Freeman está muito feliz. Seu advogado afirma que esse é um caso muito raro, mas mostra que os tribunais Sharia não são tão rígidos e estão dispostos a resolver disputas religiosas.

A Malásia tem um sistema judicial duplo. Os tribunais islâmicos Sharia governam os muçulmanos, enquanto os tribunais civis têm sua jurisdição sobre os não-muçulmanos. No entanto, as disputas religiosas normalmente são decididas nos tribunais Sharia, e a decisão favorece os muçulmanos.

As questões religiosas são muito delicadas na Malásia, onde 60% dos 27 milhões de pessoas são muçulmanos. Budistas, cristãos e hindus aceitaram o domínio islâmico, mas recentemente notou-se que os tribunais são injustos quando tratam da supremacia do islã, que é a religião oficial da Malásia.

Freeman procurou a ajuda do tribunal pois disse que estava velho e não queria confusões quanto a seu velório ser cristão ou não.

Tradução: Deborah Stafussi

Fonte: International Herald Tribune

segunda-feira, 2 de março de 2009

Leiteiro cristão é assassinado após exigir seu pagamento


PAQUISTÃO (13º) - Um leiteiro cristão foi assassinado no Paquistão após exigir seu salário de seu patrões muçulmanos, de acordo com a International Christian.

Ashraf Masih, 30, do vilarejo de Shajwal foi contratado há dois meses por três homens muçulmanos para colher leite das fazendas e casas vizinhas.

Em janeiro, após ter trabalhado por um mês Ashraf foi pegar o salário. Porém, seus patrões, os irmãos Muhammad Arfan e Muhammad Nadeem, e o sobrinho deles Muhammad Imran, disseram que iriam pagá-lo por dois meses de trabalho somente após mais um mês.

Como a necessidade de sustentar sua família se tornou muito urgente, Ashraf retornou em 1º de fevereiro e mais uma vez exigiu o seu salário.

Os três muçulmanos, segundo dizem, responderam com raiva ao pedido de Ashraf, dizendo: “Você é um esai (um termo depreciativo para cristãos) e exige seu pagamento de muçulmanos, que coragem! Nós vamos acabar com você agora mesmo. Então vá para o seu Esa (Cristo), Ele vai te dar tudo”.

Os três muçulmanos mataram Ashraf Masih e depois fugiram.

Babu Victor, um membro da igreja católica no Paquistão, disse para o ICC que uma solicitação formal foi feita a polícia para investigar o caso. A polícia começou a investigação, mas ainda não encontrou os assassinos.

Tradução: Eliane Gomes dos Santos


Fonte: Christian Today

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

Cristãos indígenas sofrem perseguição no Vietnã


Saiba mais sobre a Igreja Perseguida no Vietnã
VIETNÃ (23º) - Os cristãos de Degar Montagnard e outros convertidos em diversas áreas do Vietnã enfrentaram grande perseguição após a morte de um camponês cristão.

Siu Krot, 65, foi morto em sua fazenda, depois de recusar vender sua terra. As autoridades locais pressionam os cristãos indígenas a vender suas terras abaixo do preço de mercado. A lei vietnamita foi cuidadosamente preparada para matar os cristãos indígenas, mas proteger os vietnamitas nativos.

No caso de Krot, um grupo da polícia e alguns civis esperaram por ele e pediram para que vendesse sua fazenda para eles. Quando Krot se recusou, o sequestraram e o mataram, açoitando Krot na cabeça, testa, nariz e queixo, até ele morrer.

Alguns missionários sugerem que o incidente é parte de algo maior, que tem como alvo os cristãos das áreas rurais. Em algumas províncias, os convertidos são perseguidos não só pelo governo, como também por budistas.

Há alguns anos, mais de 300 pastores tribais foram presos, ou simplesmente desapareceram. Fontes afirmam que milhares de cristãos de Degar Montagnards estão em diversas prisões, a maior parte por realizar atividades cristãs ou tentar sair do país.

Muitas casas foram destruídas e incendiadas, e os cristãos foram presos e torturados.
Diversos pastores foram condenados de três a onze anos de prisão por “pregarem o evangelho”. Muitos deles estão doentes e alguns já faleceram na prisão.

Ainda é muito difícil para as igrejas tribais funcionarem. Para serem “legais”, precisam se registrar no governo e receber uma permissão oficial para atividades cristãs. Isso permite que o governo controle e monitore as igrejas.

Apesar das dificuldades, os missionários notaram uma “mudança repentina” nas atitudes das autoridades em relação aos cristãos.

“Nosso ministério aproveitou esse tempo de ‘liberdade’ para viajar até áreas remotas. Uma das experiências mais impactantes foi a possibilidade de falar em lugares onde antes era proibido cultuar ao Senhor”, afirmou um missionário.

Enquanto o Vietnã passa por algumas reformas, os grupos de ajuda humanitária dizem que as autoridades estão fartas de permitir a propagação do cristianismo.

Tradução: Deborah Stafussi


Fonte: BosNewsLife

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

Cristãos são deportados por orar em igreja


BELARUS (44º) - Dois cidadãos dinamarqueses, Erling Laursen e Rolf Bergen, foram deportados da Belarus por participarem de um culto na igreja Living Faith, em Gomel.

A Belarus está localizada na Europa, a leste da Polônia. Gomel fica na parte sudeste do país, perto da fronteira com a Ucrânia.

De acordo com um jornalista, nenhum dos dinamarqueses liderava o culto. “Estávamos lendo a Bíblia e conversando, cumprimentando as pessoas, orando juntos. Então, a polícia entrou e nos levou para a delegacia”, disse Laursen. “Eles disseram que infringimos a lei, pois estávamos propagando idéias religiosas.”

A ordem de deportação de Bergen, em sete de fevereiro, afirma que ele expressou “idéias de natureza religiosa”, apesar de não ter sido chamado a Belarus para tal. Alega-se que eles violaram a lei de restrição religiosa de 2002, mas nenhum artigo foi citado.

Essas deportações aumentam para 31 o número de cidadãos estrangeiros banidos recentemente da Belarus por causa de suas atividades religiosas. No final de 2008, quatro padres poloneses e três freiras perderam seu direito de continuar o trabalho religioso que realizavam.

“Cristãos de outros países europeus podem visitar uns aos outros livremente, orar juntos, apoiar um ao outro. As igrejas em Belarus precisam muito disso”, afirma Dmitry Podlobko, pastor da igreja Living Faith.

Os dois dinamarqueses foram banidos de Belarus por um ano. Ambos deixaram o país na segunda quinzena de fevereiro.

Quando estavam na delegacia, os cidadãos dinamarqueses viram a “prova’ de suas atividades ilegais. Era um pequeno vídeo de celular que mostrava Laursen orando com outro membro da congregação. Os policiais alegaram que havia uma testemunha contra Bergen, mas que não iriam revelar a identidade da testemunha ou da pessoa que gravou o vídeo.

“Eu estava no púlpito, convidando as pessoas para orar. Quando as pessoas começaram a orar juntas, o fiquei incomodado ao ver que alguém estava usando o celular – eu nunca tinha visto o jovem antes” diz o pastor Dmitry.

O jovem disse que era um estudante visitando a igreja pela primeira vez, e que voltaria no dia seguinte. Os policiais entraram no templo logo após o culto de sábado, assim que o jovem saiu. “Eu não sei se ele era da KGB, mas não é novidade que os órgãos de segurança estão nos vigiando. Eles nos visitam e assistem aos cultos secretamente”, diz o pastor.

O governo da Belarus impõe restrições severas aos obreiros estrangeiros. Eles precisam de uma permissão especial do estado para liderar trabalhos religiosos, só podem se reunir em determinados lugares e devem dominar as línguas faladas no país.

Tradução: Deborah Stafussi

Fonte: ANS

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

Cristãos querem participação na reconstrução do Iraque


IRAQUE (16º) - Um grupo de cristãos reunidos no Líbano declarou que pessoas de sua fé estão no Iraque desde o nascimento da nação, e não são apenas uma minoria, e sim parte essencial da sociedade e história da civilização.

“Como filhos autênticos desta terra, eles têm o direito de viver livremente e desfrutar dos mesmos direitos e responsabilidades que outros cidadãos”, disse um dos líderes após uma reunião no Líbano.

“A solução para as condições atuais está em não afastar os cidadãos do Iraque”, disse um dos participantes da reunião organizada pelo conselho mundial de igrejas. A reunião apresentou alguns desafios enfrentados pelos cristãos no país, principalmente em questões de segurança e migração forçada.

“Os cristãos estão no Iraque desde o nascimento da nação, e não são apenas uma minoria, mas sim parte essencial da sociedade e história da civilização”, afirmaram.

Alguns dos participantes da reunião já foram sequestrados no Iraque, mas apoiam os cristãos iraquianos a “permanecerem em sua terra natal, participando ativamente de sua reconstrução e desenvolvimento”. Os cristãos têm um papel importante em “construir instituições educativas e sociais, que contribuam para a reconciliação nacional, paz e estabilidade”.

No encontro, também foi pedido para que as igrejas não encorajem programas de migração e reassentamento para refugiados fora do país, mas “que direcionem seus esforços em levar a segurança e estabilidade para todos os iraquianos, mas dentro do Iraque”.

O objetivo é “Permitir que os iraquianos trabalhem juntos, sarando as feridas e construindo um futuro melhor para si”.

Os participantes ressaltaram a importância do diálogo constante entre cristãos e muçulmanos. Eles pediram que se estabelecesse um fórum ecumênico para permitir que “todos os líderes de igreja [...] falem em uma só voz para as autoridades religiosas e políticas dentro e fora do Iraque”.

Tradução: Deborah Stafussi


Fonte: Anglican Journal

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

Jovem é espancado por distribuir literatura cristã


BANGLADESH (43º) - Participantes de uma conferência islâmica próxima a capital de Bangladesh espancaram um aluno de escola bíblica porque ele estava distribuindo literatura cristã.

Rajen Murmo, 20, juntamente com outros 25 alunos, distribuía livros entre muçulmanos perto da escola em que estuda em Uttara, a alguns quilômetros de Tongi,onde a polícia alegou que 4 milhões de muçulmanos estavam congregados. Eles se reuniram para a Bishwa Ijtema, convocação anual muçulmana com duração de três dias.

Murmo disse que um homem com uma aparência áspera em uma longa vestimenta branca, juntamente com outros homens, se aproximaram dos jovens e disseram que os muçulmanos substituíram a Bíblia pelo Quran, pois a consideravam ultrapassada.

“De repente, alguns desses homens me agarraram e me perguntaram onde havia conseguido os livros e quem havia me entregado. Eles queriam saber os endereços de meus líderes religiosos, mas eu não falei”, disse Murmo. “Se eu tivesse dado o endereço da escola bíblica, eles teriam destruído tudo. Meu silêncio os deixou muito bravos, e eles começaram a me bater. Eles me disseram que se eu não desse o endereço, iriam me matar.”

Uma multidão de mais de 50 muçulmanos chutaram, espancaram e bateram em Rajen Murmo. Uma patrulha da polícia apareceu e resgatou o jovem. Depois, a multidão persuadiu a polícia para levar Murmo para uma delegacia próxima, e Amos Deory, o diretor da escola foi até lá soltá-lo. Deory disse que os policiais demonstraram a preocupação de que, se os agentes não tivessem chegado a tempo, os muçulmanos teriam matado Murmo.

O reverendo Kiron Roaza da igreja Believers disse que os alunos distribuíam os panfletos como parte das tarefas evangelísticas. Ele disse que o espancamento foi ilegal, já que a constituição bengalesa permite que as pessoas propaguem sua fé.

Tradução: Deborah Stafussi


Fonte: Compass Direct

terça-feira, 27 de janeiro de 2009

Três cristãos presos sem motivos no Irã


IRÃ (3º) - Três cristãos foram retirados de suas casas na quarta-feira, 21, e estão presos sem acusações.

As autoridades levaram Jamal Ghalishorani, 49, e sua esposa Nadereh Jamali de sua residência em Tehran, cerca de meia hora após ter prendido Hamik Khachikian, um cristão armênio que também mora em Tehran. Ghalishorani e sua esposa são cristãos convertidos do islã, o que é considerado como apostasia no Irã, e tem pena de morte.

Fontes cristãs contaram que Ghalishorani se converteu há 30 anos, e sua esposa recebeu a Cristo há 15 anos. Eles têm uma flha de 13, e Khachikian tem dois filhos: uma menina de 11 e um menino de 16 anos. As autoridades não contaram às famílias sobre as acusações ou paradeiro dos presos.

Os três cristãos presos frequentam igrejas domésticas, e têm empregos, portanto não são sustentados pelo ministério. A polícia também apreendeu livros e computadores das casas dos familiares.

“Não sabemos porque a pressão é tão grande, mas vemos que está aumentando”, disse uma das fontes. “O governo também pressiona os Baha’i – houve mais prisões nos últimos meses do que nos últimos 30 anos.”

Outra fonte declarou que “Temos quase certeza que essas prisões são parte de uma operação maior do governo. Mais de 50 pessoas foram presas. Só em Tehran, são dez, todas no mesmo dia, em 21 de janeiro.”

Os familiares temem pela segurança dos entes presos. A esposa de Khachikian está “muito confusa, ela não ideia de onde seu marido está”, diz. “Os parentes estão tomando conta da filha de Jamal e Nadereh, mas é claro que ela está muito ansiosa a respeito do que vai acontecer com seus pais.”

As prisões são particularmente perturbantes em relação ao novo código penal aprovado em setembro, que sentenciam à pena de morte os “apóstatas”, ou aqueles que deixam o islã.

De acordo com o código penal, os homens “apóstatas” devem ser executados, já as mulheres recebem pena de prisão perpétua. O último cristão convertido que foi executado pelo governo do Irã foi Hossein Soodmand, em 1990. Ele foi acusado de trabalhar como “espião americano”. Desde então, seis pastores protestantes foram mortos por assassinos desconhecidos.

Tradução: Deborah Stafussi

Fonte: Compass Direct

sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

Cristãos enfrentam forte perseguição na Índia


ÍNDIA (30º) - Cristãos no pequeno distrito de Dahod em Gujarat estão sendo perseguidos pelo grupo fundamentalista Hindutva desde o começo de dezembro. Houve, pelo menos, dois ataques confirmados na comunidade cristã em 13 e 26 de dezembro. Há cerca de 80 igrejas Shalom (que pertencem ao ministério Shalom) somente em Dahod. A maior parte reune-se em casas, e não são registradas como igrejas. Quando têm templos, são construídos com a permissão do proprietário da terra e do chefe do distrito. Os líderes da igreja são nativos e preferem a bhakti mandali (igreja doméstica indiana) do que uma típica igreja no modelo ocidental.

De acordo com um contato na missão Shalom, “Em 13 de dezembro de 2008, um programa de Natal chamado “Natal de compaixão” foi organizado por uma dessas igrejas na vila de Jeri. Jeri fica a 35 quilômetros de Dahod. Naquele dia, o RSS (grupo extremista hindu) bloqueou a estrada para essa cidade, e já esperávamos algum problema. Encerramos o programa por volta das 14 horas. Ficamos com medo de um grupo de defensores do RSS quando os vimos entrar na cidade. Felizmente, a polícia de Dahod chegou e foi ao nosso encontro”.

Em 25 de dezembro de 2008 outro incidente ocorreu na vila de Devalaya. Enquanto os convertidos estavam regressando do culto de Natal, o mesmo grupo que atacou os cristãos em Jeri, também os perturbou. As moças cristãs foram ofendidas pelo grupo. Por volta das três da tarde, um grupo de 40 defensores do RSS foram até Devalaya, entraram nas casas dos convertidos e os espancaram brutalmente. Mais tarde, os cristãos foram até a delegacia para fazer um boletim de ocorrência e informar a polícia sobre o que havia acontecido. Ao contrário do que se esperava, o encarregado, Sr. Abey Singth, ofendeu os convertidos e abriu um processo contra eles, sob a acusação de forçarem conversões.

A missão Shalom contou que “No dia 26 de dezembro, todos os cristãos da igreja foram presos. Nosso evangelista local foi convocado e incomodado pela polícia diversas vezes. Entretanto, no dia 28, pagamos a fiança de todos eles”. Esses acontecimentos não interromperam a pressão sobre os cristãos na área. Em dois de janeiro de 2009, a polícia prendeu outro evangelista local, juntamente com dois anciãos da igreja, e abriu um processo contra eles, sob o pretexto de um ato anticonversão. Eles foram afiançados novamente pela missão Shalom. A polícia local informou que a razão da prisão foi a pressão exercida pelo inspetor geral.

A missão Shalom relatou que “Em três de janeiro, quando o evangelista e os dois anciãos foram assinar o registro na delegacia, o senhor Abey Singth, inspetor local, já havia chamado a mídia local para cobrir o incidente. No mesmo dia, a TV local relatou o acontecido de uma maneira muito preconceituosa. Em quatro de janeiro, o RSS e seus afiliados realizaram uma reunião em uma vila próxima, chamada Salapada, e então ordenaram que os cultos cristãos da área fossem interrompidos e que todos os convertidos deveriam ser investigados.

O processo e a agitação duraram até o dia seguinte. A situação continua tensa. Os defensores do RSS ameaçaram destruir as igrejas da área. Pelo menos três igrejas são alvos imediatos e correm grande risco.

Existem cerca de 12 igrejas Shalom na área, mas a violência pode afetá-las também. Estamos certos sobre as intenções deles, mas não sobre os ataques. Pedimos suas orações para que Deus proteja os cristãos em Dahod. Ore também por Bundiya e Vesiya Bhai, os líderes locais do RSS que incitam o ataques aos cristãos.

Tradução: Deborah Stafussi

Missão Portas Abertas

terça-feira, 20 de janeiro de 2009

Cristãos de Gaza ligados pelo Espírito e pelo telefone


PALESTINA (42º) - “Na sexta-feira, recebemos notícias de que o prédio onde está localizada nossa livraria foi atingido por um míssil”, confirmou a Sociedade Bíblica da Palestina (SBP) na segunda, 12 de janeiro.

“O quarto andar do prédio foi atingido, mas a livraria e o centro comunitário, localizados no térreo e no primeiro andar, não sofreram danos. Ainda é necessário verificar se o ataque não causou nenhum dano estrutural interno. Não foi relatada nenhuma vítima ou pessoa ferida”.

Em uma conversa com a Portas Abertas pelo telefone, o pastor Hanna Massad, líder da igreja Batista em Gaza, mostrou que qualquer pessoa pode ser uma vítima. Ele compartilhou: “Há alguns dias, ouvimos sobre um cristão que estava sentado, tomando chá com seu vizinho em seu prédio. O cristão foi chamado por sua esposa. Alguns instantes, após ter descido, um míssil caiu, abalando o prédio e suas fundações. Quando o cristão voltou aonde estivera, viu que o lugar foi diretamente atingido pelo projétil. Seu vizinho morreu instantaneamente”.

“Normalmente, os andares mais altos do prédio são os mais danificados quando cai um míssil”, explica outro líder da igreja que é originalmente de Gaza. Ele freqüentemente entra em contato com sua igreja lá.

“Devido ao risco crescente, muitas pessoas se reúnem no andar térreo de seus prédios durante a noite. Amontoam-se em dúzias na escada; isso lhes dá uma sensação de segurança”.

A Portas Abertas soube por Labib Madanat, diretor de desenvolvimento da Sociedade Bíblica em Israel e Palestina, que o hospital anglicano em Gaza, localizado próximo à livraria da SBP, ainda está em operação.

Labib diz: “Ainda estão funcionando, mas falta remédios e itens de necessidade diária, basicamente precisam de tudo”.

A falta de energia elétrica em Gaza também é preocupante. No entanto, parece se estabilizar aos poucos, com aproximadamente quatro horas de fornecimento por dia.

Em declaração para o site www.j-diocese.org, o reverendo Suheil Dawani, bispo anglicano em Jerusalém, confirma a situação do hospital: “Todos os dias, desde o início das operações militares, o hospital anglicano al-Ahli Arab recebe de 20 a 40 pacientes feridos ou machucados, além de doentes não relacionados ao conflito. Cerca de 25% dos pacientes são crianças”.

Ele acrescenta: “O conflito criou um novo tipo de condição médica e cirúrgica. Pacientes com queimaduras e cortes, apresentando trauma psicológico, tornaram-se mais freqüentes. Por não ser possível que voluntários entrem em Gaza nesse momento, a equipe do hospital está trabalhando muito, lutando contra os efeitos da exaustão e recursos limitados em uma área de conflito e operações militares recorrentes. Eles precisam de muitos materiais médicos, principalmente curativos e suprimentos para queimaduras e traumas. As janelas do hospital quebraram-se devido aos impactos de bombas e mísseis. Faz muito frio no prédio”.

De acordo com um obreiro da Portas Abertas, a Igreja em Gaza não está mais se reunindo. Ele diz: “Por causa do perigo da situação, as pessoas ficam em suas casas e os cristãos não se reúnem mais para os cultos. Por telefone, eles tentam manter contato e orar uns pelos outros. Fora de Gaza, os cristãos tentam falar com a família e com os amigos pelo telefone para dar as últimas notícias, orar e encorajar um ao outro”.

A respeito da situação de Pauline Ayyad, viúva de Rami Ayyad, gerente da livraria em Gaza morto em 2007, Labib Madanat confirmou: “Pauline e as crianças chegaram bem e a salvo em Belém na véspera de Natal. Eles ficarão em Belém até as coisas se acalmarem”.

Tradução: Deborah Stafussi

Missão Portas Abertas

sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

Juiz expulsa advogado de cristão do tribunal

EGITO (19º) - O processo de um egípcio ex-muçulmano de mudar legalmente o status religioso de seu documento de identidade foi retardado em 6 de janeiro, quando o juiz pediu para que os guardas retirassem do tribunal o advogado do cristão.

O advogado Nabil Ghobreyal foi expulso do Tribunal Administrativo do Cairo, após uma calorosa discussão com o juiz Mohammad Ahmad Atyia.

A discussão começou depois que o juiz Mohammad se recusou a reconhecer a existência de documentos legais detalhando a vitória legal de um muçulmano que se converteu à fé baha’i.

Nabil havia planejado apresentar ao tribunal documentos sobre essa decisão para suportar seus argumentos.

O ex-muçulmano defendido por Nabil, Maher Ahmad El-Mo’otahssem Bellah El-Gohary, apresentou seu pedido de alteração do status religioso em seu documento em agosto de 2008. Depois de Muhammad Hegazy, Maher é o segundo cristão egípcio ex-muçulmano a pedir tal mudança.

Veja mais sobre o caso de Maher.

Maher converteu-se com pouco mais de 20 anos. Agora, com 56, ele decidiu mudar legalmente sua religião, preocupando-se com os efeitos que o “cristianismo não-oficial” que professa exerce sobre sua família.

Ele disse estar particularmente preocupado com sua filha Diná Maher Ahmad Mo’otahssem, 14 anos. Apesar de ter sido criada como cristã, quando completar 16 anos, Diná receberá um documento de identidade afirmando sua religião como islâmica, a menos que o apelo de seu pai seja bem-sucedido.

Na escola, Diná não pode freqüentar as aulas de educação cristã, oferecidas à minoria cristã egípcia, sendo forçada a freqüentar as aulas de islamismo. A religião é parte obrigatória do currículo estudantil egípcio.

Maher também declarou que seu sobrinho não pode ocupar um cargo em uma agência de segurança do Estado devido à “dupla” vida religiosa de seu tio.

“Por que minha família deve pagar por minhas escolhas?” disse Maher em um depoimento para a agência Free Copts.

Não foi marcada nenhuma data para a retomada do processo no tribunal. Devido à discussão entre o juiz Mohammad e o advogado de Maher, o caso será julgado por outro juiz.

O advogado Nabil disse que pretende prestar uma queixa no tribunal administrativo, pedindo sejam investigados sua expulsão do tribunal bem como o juiz Mohammad.

“Estou disposto a continuar a briga”, Nabil declarou ao Compass por meio de um tradutor, dizendo que continua esperançoso quanto a um resultado positivo.

Apesar de ter uma Constituição que garante liberdade religiosa, nunca foi aprovada a conversão legal do islamismo a outra crença.

Tradução: Deborah Stafussi

Fonte: Compass Direct

segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

Governo se compromete a garantir segurança dos cristãos no Natal

ÍNDIA (30º) - O governo indiano se empenhou em garantir a segurança para os cristãos no Estado de Orissa depois das violências que se verificaram durante o Natal do ano passado e durante os últimos meses de 2008.

Esta garantia foi feita pelo ministério do Interior durante o encontro com a delegação católica, guiada pelo arcebispo de Nova Délhi, Dom Vincent Michael Concessao. Em especial, o governo vai garantir a proteção das propriedades dos cristãos e a incolumidade da comunidade.

Os bispos locais, porém, recordaram que milhares de cristãos ainda se encontram em campos governamentais no distrito de Kandhamai ou distantes de seu local de origem. A propósito, os bispos denunciaram a atitude dos grupos hinduístas, que favorecem a volta dos refugiados somente por meio da conversão ao hinduísmo. Uma condição que muitos aceitaram.

Mas a perseguição contra os cristãos não é um problema restrito somente ao Estado de Orissa. Esta semana, o Conselho Nacional Cristão da Índia divulgou um relatório sobre as violências anticristãs no Estado de Karnataka. A organização registrou 48 atos de grave violência no período entre agosto e outubro, que provocaram 53 feridos.


Fonte: Rádio Vaticano

quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

Natal na Índia: segurança e solidariedade com os cristãos em Orissa


ÍNDIA (30º) - As celebrações públicas de Natal foram canceladas por questões de segurança. A decisão foi tomada pelo bispo da diocese de Lucknow, capital de Uttar Pradesh.

O bispo Gerald Mathias cancelou a apresentação tradicional dedicada aos cristãos que, por anos, acontecia no pátio da catedral de São José. A celebração atraía 50 mil pessoas, incluindo hindus.

O motivo para tal decisão está relacionado ao crescente clima de conflito, em virtude da eleição geral que se aproxima. A data da eleição está projetada para ser entre abril e maio de 2009.

O vigário geral da diocese, padre Ignatius D’Souza, explica que “toda vez que há eleições gerais, existem pessoas querendo causar alvoroço”, e a ocasião das festividades pode se tornar uma oportunidade para ataques.

O bispo de Lucknow também suspendeu a reunião tradicional com as autoridades do governo para a troca de cumprimentos de fim de ano e também as reuniões com os clérigos da diocese.

Toda a Igreja indiana está convidada a celebrar o Natal de forma amena. A instrução de evitar “ostentação” foi dada pela conferência de bispos.

O secretário geral da Conferência de Bispos Católicos da Índia, arcebispo Stanislaus Fernandes, relembrou a todos os fiéis sobre a essência da celebração, como sinal de “solidariedade aos cristãos de Orissa e ao sofrimento que nosso país enfrenta após o ataque em Mumbai, em um espírito de companheirismo por todas as vítimas.”


Tradução: Vanessa Portella



Fonte: AsiaNews

quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

Aproximadamente cem cristãos são presos em duas províncias


CHINA (10º) - Diversos pastores da igreja não registrada foram presos nas províncias de Shandong e Henan nos últimos dias

No dia 3 de dezembro, mais de 50 cristãos da Igreja não-registrada reuniram-se em uma casa no condado de Tai Kang, província de Henan. A polícia repentinamente invadiu a casa e prendeu todos os presentes. Até o momento, ninguém foi libertado.

Um dia antes, mais de 50 cristãos reuniram-se em um culto na cidade de Xiji, província de Shandong. Eles foram cercados por policiais do Comitê de Segurança Pública. Mais de 20 líderes foram detidos.

Os policiais disseram que, se pagassem 2.500 iuanes por pessoa, os cristãos seriam libertados imediatamente.


Tradução: Daila Fanny



Fonte: China Aid Association