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sexta-feira, 7 de maio de 2010

Pastor é agredido por falar em conferência cristã

INDIA (26º) - Um pastor foi atacado em Mahaboobnagar, em Andhra Pradesh, por promover atividades religiosas cristãs.

Quando o pastor Joshua, do distrito de Khammam, que havia sido convidado pelo pastor Daniel como palestrante em uma conferência de três dias no vilarejo de Kottur, estava falando aos cristãos no dia 29 de abril de 2010, um grupo ligado ao Rashtriya Swayamsevak Sangh atacou o local. Eles agrediram o pastor Daniel e depois danificaram a mobília e o sistema de áudio e vídeo. Apesar de a polícia ter chegado logo ao local, ela não fez nada para impedir as agressões.

No dia seguinte, os agressores foram até a casa do pastor Daniel e o agrediram. Os homens ordenaram que ele não realizasse nenhuma atividade cristã na região.




Fonte: All India Christian Council






quinta-feira, 26 de março de 2009

Pastor preso e esposa veem os frutos de seu trabalho


Saiba mais sobre a Igreja Perseguida na China
CHINA (12º) - Depois que os colegas de cela do pastor Zhang Rongliang foram soltos da prisão, eles ligaram para a esposa dele, Chen Hongxian, para demonstrar gratidão pela nova vida em Cristo. Na prisão pelos últimos quatro anos, o pastor Zhang continua a testemunhar e falar de Cristo para muitos prisioneiros. Ele realizou uma Santa Ceia na prisão, depois que sua esposa contrabandeou suco de uva para ele. Agora, o casal vê o fruto de seu trabalho.

Sua esposa disse para os visitantes da Portas Abertas Internacional: “Todos me ligaram depois que saíram da prisão para agradecer por Zhang tê-los conduzido a Cristo. Eles me trouxeram notícias e saudações de Zhang e de outros prisioneiros que se converteram. Eles precisam de nossas orações. Meu marido me disse: “Não se desligue do Corpo de Cristo só porque estou na prisão!”

Chen Hongxian está morando sozinha porque as autoridades monitoram sua vida pessoal. Ela costumava ter sua “família” cristã vivendo perto dela, mas desde o ano passado, com o aumento da segurança para os Jogos Olímpicos, seus amigos foram interrogados e investigados pela polícia. Para a segurança deles, Chen se mudou para evitar o problema constante.

A Portas Abertas Internacional continua o ministério para encorajar Zhang Rongliang e sua esposa. O pastor, da igreja China for Christ (China para Cristo), foi condenado em 2006 a sete anos e meio de prisão por “cruzar ilegalmente a fronteira e obter um passaporte fraudulento”. Uma vez por mês, Chen Hongxian pode visitar o marido, viajando duas ou três horas para chegar lá. Ela é a única visitante oficial que pode ver Zhang em quatro anos.

Ore para que Deus fortaleça o pastor e sua família, e que ele continue a ganhar vidas para Cristo enquanto estiver preso.

Tradução: Texto traduzido pela fonte

Missão Portas Abertas

segunda-feira, 16 de março de 2009

Pastor é atacado durante o culto de domingo


ÍNDIA (22º) - O pastor K. Krupanamdam da Igreja True Wine em Gabbilalpet, distrito de Ranga Reddy, foi agredido no domingo.

A colônia em Shameerpet Mandal, sob a administração de Alwal, cedeu um terreno para uma igreja. Ela foi construída e aproximadamente 100 pessoas frequentavam os cultos. Recentemente, um grupo anticristão da aldeia quis tomar a propriedade da igreja. Os pastores abordaram várias autoridades sobre os problemas, por isso, a polícia destacou dois agentes policiais para proteger a igreja.

Em 22 de fevereiro de 2009, domingo, por volta de 11:30, o Pastor Krupanamdam iniciou o culto com uma oração. Após cantar algumas músicas, um grupo de pessoas lideradas por Rokalbanda Ramulu, um líder comunitário, interrompeu o serviço. Várias mulheres no grupo começaram a puxar a camisa e bater no pastor.

A polícia não podia controlar a situação e chamou apoio. Cerca de cinco a seis viaturas policiais chegaram e colocaram a situação sob controle. O inspetor chefe visitou o local mais tarde. O pastor foi levado à delegacia, e ele registrou uma queixa, mas nenhum boletim de ocorrência (FIR) foi arquivado.

Tradução: Gilmar Tsalikis

Fonte: All India Christian Council

terça-feira, 10 de março de 2009

Pedidos de oração por um pastor preso há um ano na China


CHINA (12º) - Shi Weihan, dono de uma livraria cristã, continua detido após um ano de sua segunda prisão em março de 2008 (saiba mais). O tribunal rejeitou seu caso duas vezes, e de acordo com as leis chinesas, ele não pode ser julgado pelas mesmas acusações três vezes.

Depois que o caso retornou para a polícia pela segunda vez, por falta de provas, o advogado de Shi realizou diversos inquéritos sobre a soltura de seu cliente. A polícia ainda se recusa a dar qualquer informação.

A condição miserável de sua cela continua prejudicando a saúde de Shi. Ele está com muitas manchas vermelhas espalhadas pelo corpo, e, por causa da coceira, não consegue dormir direito.

A esposa de Shi, Zhang Jing, é seguida pelo escritório de segurança aonde quer que vá. A intimidação constante faz com que ela fique muito sensível.

Pedidos de oração

• Ore para que a justiça prevaleça, e que todos os oficiais do governo interfiram para solucionar o caso de Shi.

• Ore para que Deus dê sabedoria para o advogado de Shi, para que possa alcançar a liberdade de seu cliente. Ore também por proteção.

• Continue orando para que Deus fortaleça a saúde mental e física de Shi.

• Ore por Zhang, esposa de Shi, para que neste frágil estado emocional em que se encontra, possa prosseguir e liderar a igreja que ficou sem pastor. Ore por paz e fé.

• Ore por todos os membros da igreja, para que continuem fortes e firmes em sua fé, apesar do acontecido.

Tradução: Deborah Stafussi

A fonte pediu para não ser identificada

segunda-feira, 9 de março de 2009

Pastor é inocentado por falta de provas, mas continua preso


CHINA (12º) - O pastor Lou Yuanqi, da Região Autônoma Uigur de Xinjiang recebeu o veredicto de inocência por “falta de provas”, e seu caso foi enviado para o Escritório Público de Segurança pelo promotor público. O tribunal disse: “Os fatos utilizados no caso não estão claros, não há provas suficientes”. Apesar dessa decisão, o pastor Lou continua preso.

O pastor Lou foi a julgamento no dia 15 de dezembro de 2008, sob as acusações de “utilizar a superstição para questionar a lei”. Fontes afirmam que a verdadeira razão da acusação foi para acabar com a igreja não-registrada na casa de Lou. Depois do julgamento do pastor, sua filha Lou Tiantian, 18, foi agredida pela polícia quando tentou falar com seu pai que estava dentro de uma viatura. Lou Tiantian foi levada para o hospital, onde recebeu tratamento médico, sendo liberada na mesma noite.

Durante o julgamento de Lou, o juiz confessou que há perseguição em Xinjiang. No entanto, testemunhas afirmam que o juiz declarou: “Se os cristãos têm mais liberdade religiosa nas áreas fora de Xinjiang, eles deveriam considerar sair daqui, porque essa região é muito especial”.

O pastor Lou foi preso pela primeira vez em 17 de maio de 2008. No mesmo dia, ele foi transferido para o centro de detenção Huocheng. Ele sofre de hepatite B, e as condições na prisão pioraram seu estado de saúde (saiba mais).

A esposa do pastor, Wang Wenxiu, seus filhos e igreja continuam a se reunir apesar da prisão do líder. Quando soube que cristãos do mundo inteiro estavam orando por sua família, Wang pediu que amigos transmitissem essa mensagem para toda a comunidade internacional:

“Por favor, agradeçam a eles, porque a prisão de Lou é a vontade de Deus. É sua promessa. É a graça de Deus. Como podemos ser dignos de que tantos irmãos orem por nós? A cruz de Cristo nos encoraja a continuar. Estou muito feliz e cheia de gratidão por todo o apoio através da oração.”

Continue orando pelo pastor Lou Yuanqi e toda sua família, para que eles encontrem forças no Senhor e para que a justiça seja feita.

Tradução: Deborah Stafussi

Fonte: China Aid Association

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

Pastor na Arábia Saudita escapa de ameaças de morte

ARÁBIA SAUDITA (2º) - Um importante pastor estrangeiro na Arábia Saudita fugiu para Riyadh depois que membros do muttawwa’in, ou polícia religiosa, fizeram três ameaças em apenas uma semana.

Dois dos incidentes incluíram ameaças de morte ao pastor de igrejas domésticas na Eritréia, Yemane Gebriel. Na quarta-feira, 28 de janeiro, Gebriel fugiu para uma cidade na Arábia Saudita.

Pai de oito filhos, morou e trabalhou como motorista particular na Arábia Saudita por 25 anos, Gebriel diz ter encontrado um bilhete anônimo em seu veículo, com ameaças de morte se não deixasse o país. Em 13 de janeiro, Abdul Aziz, membro do muttawwa’in, juntamente com outros homens, tiraram Gebriel de sua van e disseram a ele para ir embora.

“Havia um bilhete em minha van dizendo: ‘Se você não deixar o país, vamos matar você”, disse Gebriel. “Três dias depois, [Aziz] disse: ‘Você ainda está trabalhando aí? Porque não saiu do país?’”

Aziz, outro membro do muttawwa’in e um policial esperaram por Gebriel logo após as 21 horas, quando discutiram com ele por cinco minutos, acusando o pastor de ser cristão e tentar mudar a religião de outros.

“Ele encerrou dizendo para Yemane sair do país ou “medidas” seriam tomadas”, disse uma fonte, que pediu anonimato por questões de segurança. Ele disse que Gebriel corria um sério risco de perder sua vida. “Em uma reunião comigo na manhã de 15 de janeiro, Yemane demonstrou estar muito assustado”, disse a fonte.

Naquela mesma noite, quatro homens mascarados – aparentemente sauditas – em um pequeno carro fecharam a van que Gebriel estava dirigindo. “Eles disseram: ‘Vamos te matar se não sair desse lugar – deve ir embora, senão matamos você’”, disse.

Depois disso, Gebriel se refugiou em um lugar seguro em Riyadh, e se consultou com alguns cônsuls de quatro embaixadas. O pastor foi para outra cidade no dia seguinte.

Em 2005, Aziz havia direcionado a prisão de Gebriel e mais 16 cristãos estrangeiros, mas devido à pressão diplomática, eles foram soltos em algumas semanas.

Gebriel, 42, liderou uma igreja com mais de 300 cristãos estrangeiros, mas devido a obrigações de trabalho, pouco mais de 150 podem se reunir regularmente na vila para o culto de sexta-feira. Ele escapou sem sua família, pois sua mulher e filhos conseguiram se mudar para o Egito em agosto de 2007.

“Agora, a congregação inteira está assustada,” disse a fonte. “Eles estão esperando uma invasão em qualquer sexta-feira – assim como em 2005. Nem a igreja, nem a polícia religiosa sabem que levamos Yemane embora.”

“Há algum sinal de que 2009 pode ser como o ano de 2005 novamente? Eu creio que sim”, diz. “A cada quatro anos, há uma restrição em Riyadh. Parece que devemos esperar que 2009 seja um ano de repressão. Entretanto, a igreja clandestina está muito mais preparada para enfrentar qualquer tipo de perseguição.”


Tradução: Deborah Stafussi

Fonte: Compass Direct

segunda-feira, 10 de novembro de 2008

Pastor é homenageado por trabalho em favor da paz

Por Renato Cavallera

Em ato solene na Universidade Politécnica (Upoli), o pastor Samuel Kobia recebeu três reconhecimentos por sua contribuição para a reconciliação e a paz como secretário-geral do Conselho Mundial de Igrejas (CMI).

A primeira condecoração, a Ordem da Paz pelo Instituto Martin Luther King, foi recebida por Kobia das mãos do reitor da Upoli, engenheiro Emerson Perez. O reitor disse estar honrado por entregar o prêmio a um líder religioso que se destacou num extraordinário trabalho de promoção da paz, da liberdade e da justiça no mundo.

O segundo reconhecimento foi entregue pelo prefeito de Manágua, engenheiro Dionisio Marenco, que declarou Kobia hóspede de honra da cidade por cinco dias. A terceira condecoração foi entregue por representante da Direção do Conservatório Musical de Toluca, no México.

Emocionado, Kobia agradeceu os reconhecimentos e enfatizou que somente o amor pode vencer o ódio no mundo. “Quando se busca a reconciliação não devemos olhar para trás para não recordar as amarguras e feridas”, enfatizou o reverendo ao recordar que o amor é o princípio fundamental que deve prevalecer entre as pessoas, a sociedade e a comunidade religiosa.

“Quando falamos de paz na terra não devemos esquecer também que é preciso trabalhar pela paz com a terra, porque o ser humano vem degradando o meio ambiente a cada dia”, disse Kobia, entusiasmando igrejas e governos a assinarem acordos capazes de estabelecer uma paz duradoura, que não fique restrita ao papel.

O secretário-geral do CMI, entidade que congrega mais de 800 milhões de cristãos em todo mundo, recordou que a verdadeira paz deve ser integral e ela convoca a quitar dívidas, porque sem paz não há sanidade. “A paz começa conosco, ao reconhecermos a irmandade”, disse Kobia.

O líder ecumênico destacou que as pessoas tendem a procurar Deus em situação de guerra e desastres, quando Ele deveria ser invocado em todo momento da existência humana. Kobia sugeriu que 2009 seja declarado Ano Internacional da Reconciliação.

Na quarta-feira, 5, Kobia reuniu-se com o cardeal Miguel Obando y Bravo na Universidade Centro-Americana para conhecer o trabalho que realiza como presidente da Comissão de Reconciliação e Paz.

Fonte: ALC