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quinta-feira, 26 de março de 2009

Pastor preso e esposa veem os frutos de seu trabalho


Saiba mais sobre a Igreja Perseguida na China
CHINA (12º) - Depois que os colegas de cela do pastor Zhang Rongliang foram soltos da prisão, eles ligaram para a esposa dele, Chen Hongxian, para demonstrar gratidão pela nova vida em Cristo. Na prisão pelos últimos quatro anos, o pastor Zhang continua a testemunhar e falar de Cristo para muitos prisioneiros. Ele realizou uma Santa Ceia na prisão, depois que sua esposa contrabandeou suco de uva para ele. Agora, o casal vê o fruto de seu trabalho.

Sua esposa disse para os visitantes da Portas Abertas Internacional: “Todos me ligaram depois que saíram da prisão para agradecer por Zhang tê-los conduzido a Cristo. Eles me trouxeram notícias e saudações de Zhang e de outros prisioneiros que se converteram. Eles precisam de nossas orações. Meu marido me disse: “Não se desligue do Corpo de Cristo só porque estou na prisão!”

Chen Hongxian está morando sozinha porque as autoridades monitoram sua vida pessoal. Ela costumava ter sua “família” cristã vivendo perto dela, mas desde o ano passado, com o aumento da segurança para os Jogos Olímpicos, seus amigos foram interrogados e investigados pela polícia. Para a segurança deles, Chen se mudou para evitar o problema constante.

A Portas Abertas Internacional continua o ministério para encorajar Zhang Rongliang e sua esposa. O pastor, da igreja China for Christ (China para Cristo), foi condenado em 2006 a sete anos e meio de prisão por “cruzar ilegalmente a fronteira e obter um passaporte fraudulento”. Uma vez por mês, Chen Hongxian pode visitar o marido, viajando duas ou três horas para chegar lá. Ela é a única visitante oficial que pode ver Zhang em quatro anos.

Ore para que Deus fortaleça o pastor e sua família, e que ele continue a ganhar vidas para Cristo enquanto estiver preso.

Tradução: Texto traduzido pela fonte

Missão Portas Abertas

quinta-feira, 12 de março de 2009

Lei anticonversão pode impedir trabalho social de cristãos


SRI LANKA (36º) - Líderes cristãos e budistas estão preocupados com uma nova lei anticonversão, pois alguns dizem que ela iria atrapalhar o trabalho social realizado pelos cristãos para ajudar a comunidade budista.

A Lei de Proibição à Conversão Forçada deverá ser votada no parlamento em breve.

A mídia local relata que, de acordo com a lei, oferecer um presente, dinheiro ou qualquer outro incentivo para converter ou tentar converter uma pessoa de uma religião para a outra é punível em até 7 anos de prisão e fiança máxima de 500.000 rúpias (cerca de $4.400 dólares).

No momento, um comitê do parlamento está examinando o projeto de lei para ver se ele infringe as atividades religiosas e viola a constituição do país.

O bispo Norbert Andradi organizou uma reunião em 4 de março para discutir o projeto. Padres, membros da diocese, líderes de movimentos budistas e oficiais do governo compareceram à reunião.

O pastor Tulin Colombage da Igreja Metodista Eppawela disse após a reunião: “Nós nunca falamos sobre religião quando ajudamos um morador de rua, mas agora, ajudar alguém de outra religião pode ser uma ofensa punível”. “Nós nos opomos a essa lei veementemente, porque não poderemos praticar a caridade sem sermos mal interpretados.”

O bispo Andradi concorda. “A caridade e a solidariedade formam uma parte essencial do cristianismo, e um dos nossos maiores mandamentos é ‘ame o próximo como a si mesmo’”, afirmou durante a reunião.

Os representantes budistas presentes na reunião disseram que apreciam o trabalho social da igreja, e se opõem ao projeto de lei. Koholanwala Karunapala, da associação budista Rajarata, disse que o país já está afetado pelos conflitos entre os Sinhaleses e o grupo Tamil. Então, “porque devemos trazer outro problema religioso para aumentar a disputa?”, questiona. “O que precisamos agora é de cooperação e colaboração de todas as raças e religiões.”

A constituição declara que todos têm o direito de praticar sua religião. Nunca foi estipulado que um indivíduo está preso à religião em que nasceu.

Tradução: Deborah Stafussi

Fonte: UCA News